Alimentação infantil · Informe publicitário
Seu filho só come macarrão e recusa quase tudo no prato? 5 hábitos da mesa que a pediatria americana pede pra mudar
O que fazer no lugar de cada um, segundo a Academia Americana de Pediatria. E, no fim, um jeito simples de completar o que falta enquanto o prato não muda.
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Macarrão na segunda, macarrão na terça. A mesma fruta, o mesmo iogurte, o mesmo biscoito na lancheira, que às vezes volta da escola sem ter sido aberta. Qualquer coisa nova no prato é empurrada pra borda antes da primeira garfada.
Se essa é a sua casa, você provavelmente já fez tudo o que estava ao alcance: insistiu, negociou, prometeu sobremesa, cozinhou outra coisa só pra ele comer alguma coisa. É o natural quando se vê o filho levantar da mesa com fome.
O problema é que alguns desses gestos, feitos com a melhor das intenções, são justamente os que a Academia Americana de Pediatria pede pra trocar. Não porque estejam errados no coração, mas porque costumam deixar a mesa mais tensa, e a criança mais desconfiada do prato.
Antes da lista, uma boa notícia: a própria Academia lembra que comer de forma seletiva é muito comum na infância e costuma passar. Ninguém aqui está te dizendo que você errou. A lista é pra deixar a próxima refeição mais leve.
Pedir "só mais uma garfada"

É a frase que sai sozinha no fim do jantar: "só mais uma", "só prova", "se comer tudo ganha sobremesa". Parece pouco, mas transforma o prato numa negociação, e quem negocia percebe que aquele alimento é o problema.
A Academia Americana de Pediatria é direta: pressionar ou castigar pode fazer a criança gostar menos de alimentos que ela até aceitaria, e usar a sobremesa como prêmio deixa o doce ainda mais desejado e o legume ainda mais "obrigação". [1][2]
No lugar: Você decide o que vai pro prato e a que horas; ele decide quanto come do que foi servido. Sobremesa, se tiver, vem sem negociação, igual pra todo mundo.
Frase pronta: "Não precisa comer. Pode deixar aí no prato."
Fazer um prato separado só pra ele

Ele recusou o jantar, você levanta e frita um ovo, ou abre o macarrão de sempre. Dá pra entender: ninguém quer ver o filho dormir com fome. Só que, quando a recusa sempre termina no prato favorito, a criança aprende que recusar funciona.
A orientação da Academia é evitar refeição ou lanche separado quando a criança recusa o que foi servido, e montar uma refeição só pra família inteira, com pelo menos um alimento que ela já gosta. [1][2]
No lugar: Um cardápio pra todos, sempre com um "conhecido" dele no meio da mesa (arroz, macarrão, a fruta que ele aceita). Assim ele não fica com fome, e o novo está ali, sem pressão.
Frase pronta: "Hoje tem isso pra todo mundo. Pega o que você quiser."
Desistir de um alimento depois do primeiro "não"

Ele cuspiu a cenoura uma vez e a cenoura nunca mais apareceu. É o caminho natural: pra que desperdiçar comida e paciência? Mas uma recusa é só a primeira de muitas tentativas.
Pode levar de 15 a 20 tentativas até a criança gostar de um alimento novo. A Academia sugere porção bem pequena do que ela tende a recusar (pra não desperdiçar), deixar ela recusar sem drama e oferecer de novo depois, às vezes uma ou duas semanas mais tarde. [1][2]
No lugar: Escolha um alimento recusado e coloque um pedaço pequeno no prato, ao lado de um conhecido, algumas vezes ao longo das próximas semanas. Quando ele aceitar um, teste um "primo" parecido na cor, no sabor ou na textura. [2]
Frase pronta: "Tudo bem. Fica aí do lado, outro dia você prova."
Comer com tela ligada e beliscar fora de hora

O desenho no tablet ajuda a garfada a entrar sem ele perceber, e o biscoito das quatro da tarde segura a fome até o jantar. O resultado é uma criança que chega à mesa sem fome e com a atenção em outro lugar.
A recomendação é refeição e lanche em horários regulares, sentado à mesa, sem celular, tablet ou TV. Lanche limitado ajuda a criança a chegar com fome na refeição, que é quando ela está mais disposta a provar. [1][2]
No lugar: Combine horários parecidos todo dia e deixe as telas fora do jantar. Se ele não comeu bem, a próxima chance é o próximo lanche no horário, não um lanche extra.
Frase pronta: "O tablet descansa enquanto a gente come."
Deixar ele longe da comida até a hora de comer

Na correria, a comida aparece pronta, já no prato. Pra criança seletiva, tudo o que chega assim é desconhecido, e desconhecido é motivo pra recusar.
A Academia recomenda envolver a criança em escolher, plantar e cozinhar a comida: quanto mais envolvida ela fica, maior a chance de, com o tempo, provar. Tarefas simples e com supervisão, como lavar, mexer e contar ingredientes. [1][2]
No lugar: Deixe ele escolher a fruta ou o legume do jantar de amanhã, no mercado ou na geladeira, e lavar o tomate com você. Não é pra comer hoje; é pra aquele alimento deixar de ser estranho.
Frase pronta: "Você escolhe a fruta de amanhã: maçã ou banana?"
Nenhum desses hábitos muda o prato em um dia. A Academia fala em semanas e em muitas tentativas. E aí aparece a outra preocupação dessa fase: enquanto o prato não muda, o que fica faltando?
Completar o que falta no formato que ele aceita todo dia

Boa parte das vitaminas e minerais do dia vem da variedade do prato: cor, textura, alimento novo. Justamente o que a criança seletiva recusa. Fazer ele comer de tudo é uma caminhada; completar o que falta é outra coisa, e não precisa esperar ele aceitar brócolis.
Synapta em Goma é uma goma de vitaminas e minerais em formato de ursinho, sabor framboesa, feita com pectina e com 0 g de açúcar adicionado. Cada goma tem 19 vitaminas e minerais (vitaminas A, C, D, E e K, oito do complexo B, magnésio, ferro, zinco, cromo, selênio e molibdênio) e não leva melatonina, hormônio, cafeína nem estimulante.
Uma goma por dia de 4 a 8 anos (duas de 9 a 18), de preferência fora do jantar: no café da manhã ou na volta da escola. Assim a vitamina não entra na negociação do prato.
Três exemplos do que tem dentro: a vitamina D auxilia na absorção de cálcio e fósforo, as vitaminas do complexo B auxiliam no metabolismo energético e o zinco auxilia no funcionamento do sistema imune.
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Não mastiga goma? Existe o Synapta em Gotas: 12 gotas por dia no suco ou na água, também sabor framboesa.
Três dúvidas antes de começar
Quando procurar o pediatra?
Se você estiver preocupada com a alimentação, o peso ou o crescimento do seu filho, converse com o pediatra que acompanha ele. As dicas acima não substituem essa conversa. [2]
A goma não vira mais um doce no dia?
Tem 0 g de açúcar adicionado; a doçura vem de maltitol e isomalte. E entra fora das refeições, sem ser prêmio de nada.
E se ele não gostar?
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Recapitulando: troque a garfada negociada por "pode deixar no prato", um cardápio só pra família, o alimento recusado de volta em porção pequena, horário sem tela e a criança perto da comida antes da hora de comer. O prato muda no ritmo dele. O que falta, você completa no formato que ele aceita todo dia.
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Referências
- American Academy of Pediatrics (HealthyChildren.org). How do I help my picky eater try more foods? Atualizado em 21/06/2024. healthychildren.org
- American Academy of Pediatrics (HealthyChildren.org). 10 Tips for Parents of Picky Eaters. Atualizado em 26/04/2018. healthychildren.org
Synapta é suplemento alimentar. Não é medicamento. Este produto não se destina a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença e não substitui uma alimentação equilibrada nem o acompanhamento profissional. Processo Anvisa nº 25351.092201/2025-32. Importado e distribuído por Valen Pharma.